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domingo, 17 de novembro de 2013

Estudo: capacidade do cérebro é muito maior do que pensávamos




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Terra/PH
Estudo divulgado neste domingo na revista especializada Nature indica que os dendritos, um dos "braços" dos neurônios (o outro, e maior, é o axônio), estruturas que os cientistas imaginam funcionarem apenas como "cabos" para transporte de sinais do sistema neurológico, são capazes de processar informação. Segundo a pesquisa, a descoberta indica que o poder computacional do cérebro é muito maior do que imaginávamos.
"Repentinamente, é como se o poder de processamento do cérebro ficasse muitas vezes maior do que pensávamos originalmente", diz Spencer Smith, professor da Universidade da Carolina do Norte (EUA), um dos autores do estudo.
Os pesquisadores afirmam que a descoberta pode mudar modelos estabelecidos de como os circuitos neurais funcionam, o que pode ajudar a entendermos melhor as desordens neurológicas.
"Imagine que você está fazendo engenharia reversa em uma peça de tecnologia alienígena e o que você pensava serem simples fios mostram ser transístores que computam informação", diz Smith. "É parecido com esta descoberta. As implicações são emocionantes se pensar sobre isso."
Para chegar a essa conclusão, os cientistas estudaram os sinais elétricos dos dendritos. "Prender uma pipeta em um dendrito é um enorme desafio técnico", diz Smith. "Você não consegue se aproximar do dendrito de qualquer direção. E você não pode ver o dendrito. Então você tem que fazer isso às cegas. É como pescar, sendo que tudo que você pode ver é um traço elétrico do peixe. (...) Você apenas vai e tenta acertar um dendrito (...) geralmente, você não consegue."
Uma vez que a pipeta estava presa a um dendrito, os cientistas registravam os sinais elétricos dessas estruturas em cérebros ratos anestesiados e de animais acordados. Quando os animais recebiam estímulos visuais em uma tela de computador, os pesquisadores registravam incomuns padrões elétricos nos dendritos.
Além disso, os padrões registrados ocorriam seletivamente, dependendo do tipo de estímulo, o que indica que os dendritos estão processando a informação do que o animal estava vendo.
Os pesquisadores então fizeram um modelo matemático do funcionamento dos neurônios, que suportou a descoberta. "Todos os dados apontam para a mesma conclusão", diz Smith. "Os dendritos não apenas integrantes passivos (...) Eles parecem ser uma unidade computacional também."

MASSA CINZENTA- ESPETACULAR...........




COMO GUARDAMOS AS LEMBRANCAS....






PESQUEI NA NET
E NOSSAS LEMBRANÇAS, ONDE FICAM? — com Shirley Carvalho e Voces Multifónicas.









sábado, 16 de novembro de 2013

SÍNDROME DO PATO





SÍNDROME DO PATO _ Mauro Pennafort

Quando comecei a prestar atenção à questão da produtividade real na minha vida, pesquisei basicamente todos os sistemas de gerenciamento de tempo que existem e, inicialmente, fiquei confuso. Alguns deles se contradiziam e outros exigiam tantas regras para funcionar que acabavam se tornando eles próprios mais uma atividade para gerenciar no dia! Então precisei ca
tegorizar os sistemas de gestão do tempo de uma forma diferente.

Percebi que os sistemas menos eficazes eram aqueles criados ANTES da era da internet. E foi então que entendi que a questão não é que esses métodos sejam menos eficientes, mas que foram criados para operar em outra época, numa dinâmica social e de trabalho muito diferente desta que vivemos hoje. E o fator primordial com o qual esses métodos “antiquados” não lidam é a multitarefa.

Multitarefa é essa tendência que nós da era da internet temos de fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Então você começa a ver seus e-mails, aí abre uma janela para entrar no facebook e ao mesmo tempo coloca música pra tocar e ainda está com a televisão ligada! Nesse meio tempo, você ainda atende o telefone e fica pensando no que mais poderia estar fazendo para “adiantar as coisas”! Esse monte de coisas acontecendo ao mesmo tempo acaba ligando e desligando nosso foco, não permitindo que nos entreguemos e mergulhemos profundamente em nenhuma das atividades. Então, pode até ser que tudo seja feito, mas não será BEM feito e depois você terá muito trabalho consertando coisas.

Entenda que quando falo em multitarefa não estou falando daquela habilidade natural das mulheres (e que os homens não têm) de fazer várias atividades que elas já dominam ao mesmo tempo. Estou falando dos momentos em que pelo menos uma das coisas que a pessoa, seja homem ou mulher, esteja tentando fazer é algo que exige foco e atenção total. Um dos meus mentores nessa área de produtividade diz que “Primeiro as coisas importantes. As outras coisas NUNCA”.

Existem estudos que dizem que quando você está concentrado em fazer algo e sofre alguma distração, a mente demora de 25 a 40 minutos para voltar ao mesmo nível de foco de antes. Muitas vezes as idéias que você teve simplesmente somem depois de alguma coisa desviar sua atenção! Você já notou isso?

Então nós usamos a ilustração do pato. O pato faz muitas coisas: ele nada em rios, ele anda na terra seca e ele voa. Mas ele nada muito mal, anda todo desengonçado e voa baixo e sem precisão. Compare com a águia, que anda MUITO mal, não sabe nadar, mas voa com uma precisão, velocidade e força indescritíveis!

COMO DEFINIR EM QUE SE CONCENTRAR?
Conceitualmente entendemos tudo isso muito bem, mas na hora de planejar nossos dias e evitar a multitarefa, quais são os critérios que precisamos ter em mente para definir QUAIS atividades são realmente fundamentais? Isso depende basicamente de dois fatores: CLAREZA DE VALORES e PROPÓSITO DE VIDA.

MECANISMOS DE MUDANÇA





O cérebro é o órgão de adaptação. Mudanças adaptativas ocorrem em todos os níveis no nosso cérebro. No sentido mais amplo, o cérebro percebe o nosso ambiente para antecipá-lo e adaptar-se a ele, a fim de que possamos prosperar, ou pelo menos sobreviver e se reproduzir.

Um aspecto importante do nosso meio ambiente são as nossas relações, que no início da nossa vida são cruciais para a nossa sobrevivência quando ainda somos bebês. Dependendo inteiramente da relação de carinho que temos com nossa mãe ou cuidador. Nossos cérebros são profundamente moldados e adaptados de acordo com nossos principais cuidadores, criando assim, representações de relações e padrões de fixação que provavelmente serão mantido ao longo de nossas vidas.

Se nossas experiências relacionais são positivas temos grandes chances de ter muito mais resistência para as adversidades que aparecem ao longo de nossa vida. Mas, se as nossas experiências não são tão positivas, negligentes, ou mesmo abusivas, nosso cérebro se adaptará para refletir e antecipar essas experiências, reagindo com muita reserva a todo e qualquer ato que venha a lembrar estes fatos negativos.

Quando bebês, não podemos escolher a relação que teremos com nossos principais cuidadores, nem podemos evitar que nossos cérebros se adaptem às experiências relacionais que tivemos. Entretanto, saber desta informação: de que as experiências podem mudar nossos cérebros, podemos, como adultos, fazer escolhas sobre que tipos de experiências relacionais que gostaríamos de ter e ser mais seletivos com aqueles com quem queremos interagir, bem como sermos melhores seres humanos para aqueles que estão a nossa vol
ta.

Fonte: myscienceacademy.org
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A batalha





DIARIAMENTE ESTAMOS ESCULPINDO NOSSO CÉREBRO...




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Você provavelmente passou a vida inteira ouvindo, assim como também ouvi, que "é errando que se aprende". Essa é uma grande verdade e aquilo que aprendemos com nossos erros é o que chamamos de "experiência".

Só que há erros grandes demais e que saem caros demais pra nós.

Por exemplo, deixar uma criança colocar o dedo na tomada para que aprenda que não deve fazer isso é um risco grande demais: a criança pode morrer eletrocutada.

Então, na posição de adulto que está perto da criança, o normal é que alertemos e façamos tudo que pudermos para impedir que ela faça isso.

No nosso processo de desenvolvimento pessoal também há erros grandes demais que podem custar caro demais. A diferença é que nesse caso não há muita gente pra nos avisar das "tomadas".

Por exemplo, muitos estudos pioneiros de terapia da esquizofrenia acabavam instalando a doença em pacientes com problemas mentais bem mais leves. Mas isso não aconteceu porque aqueles terapeutas eram pessoas ruins, mas porque ainda não sabiam.

Por isso em processos de crescimento pessoal, autoconhecimento, inteligência emocional e afetiva é preciso procurar bons orientadores e facilitadores que possam te mostrar o caminho que funciona.

Você não precisa errar novamente aquilo que alguém já errou na geração anterior. Você pode aprender também com os erros dos outros para que não precise jamais cometê-los.

Só que existe uma coisa ainda mais inteligente em termos de aprendizado de experiências do que aprender com os erros dos outros: aprender com os acertos dos outros.

Uma pessoa pode te mostrar todos os lugares que você não deve ir e isso seria ótimo! Mas e se, ao invés de dar uma lista de lugares errados, ela dissesse logo pra que lugares você deve ir? Não seria muito melhor?

Pra isso existem os modelos de excelência, que são pessoas que são MUITO BOAS em alguma coisa, capacidade, conhecimento ou habilidade e que podem te ensinar especificamente COMO elas são boas naquilo.

É claro que muitas não querem ensinar e outras fazem tão naturalmente que nem sabem exatamente como fazem. Para isso existem métodos específico para extrair os processos internos dessas pessoas e reproduzir. Isto é chamado de modelagem.



pesquei..............Nos nossos cursos usamos sempre modelos de excelência para acelerar o aprendizado e encurtar o processo de desenvolvimento pessoal. Se quiser saber mais cadastre seu e-mail no seguinte link http://forms.aweber.com/form/95/738441795.htm