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domingo, 14 de outubro de 2012

A hiposmia dos psicopatas


Córtex orbitofrontal.


Cientistas australianos testaram uma teoria segundo a qual a psicopatia - um distúrbio severo de personalidade caracterizado por falta de empatia, comportamento antissocial e insensibilidade - pode estar vinculada a uma reduzida habilidade olfativa. Os dois fenômenos foram rastreados de forma independente à disfunção em uma região do cérebro denominada córtex orbito-frontal (COF).
Mehmet Mahmut e Richard Stevenson, do Departamento de Psicologia da Universidade Macquarie, em Sydney, testaram as habilidades olfativas de 79 indivíduos com idades entre 19 e 21 anos, diagnosticados como psicopatas não criminosos e residentes na comunidade.
Usando “bastões inaláveis” – 16 canetas contendo diferentes aromas, tais como laranja, café e couro – eles verificaram que os jovens tinham problemas em identificar corretamente um odor e então discriminá-lo perante outro. Os indivíduos que obtiveram a maior pontuação em um teste padrão de traços de psicopatia apresentaram os piores resultados no teste de odores, mesmo sabendo que estavam inalando algo.
A descoberta pode ser útil para identificar psicopatas, que são hábeis manipuladores em interrogatórios, destacou um artigo sobre o estudo, publicado no periódico Chemosensory Perception. “Medições olfativas representam um marcador potencialmente interessante para traços de psicopatia porque as expectativas de desempenho não são claras em testes de odores e podem, portanto, ser menos suscetíveis a tentativas de criar respostas 'boas' ou 'más'”, acrescentou o artigo.
O córter orbitofrontal é uma parte do cérebro responsável pelo controle de impulsos, pelo planejamento e pelo comportamento conforme normas sociais. Também parece ser importante no processamento de sinais olfativos, embora a função precisa não esteja clara, segundo um estudo anterior. Moléculas de odores se ligam a células nervosas específicas na base do nariz, que então envia os sinais através do trato lateral olfativo para o córtex olfatório primário. Dali, os sinais vão para o COF através de uma parte do cérebro denominada núcleo mediodorsal, situada no tálamo.
O estudo esclarece que ter um olfato pobre em si não significa que alguém seja psicopata. A disfunção olfativa também pode ocorrer em indivíduos com esquizofrenia, mal de Parkinson e Alzheimer, destaca.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Acidente Vascular Cerebral - AVC



O que é AVC?

O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral como é popularmente conhecido, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada.  Segundo a Organização Mundial de Saúde o AVC pode ser definido como “um sinal clínico de desenvolvimento rápido de uma perturbação focal da função cerebral de possível origem vascular e com mais de 24 horas.” Sendo assim compreendido como uma dificuldade em maior ou menor grau de fornecimento de sangue em uma determinada área do cérebro, ocasionando sofrimento ou morte desta área, consequentemente acarretando perda ou diminuição das funções.




Em 2010, a secretaria de saúde de São Paulo fez um alerta para o risco de AVC para crianças com até 14 anos, pois em 2008 ocorreram 266 casos e 177 em 2009.


Tipos de AVC

Isquêmico: entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro.
 O AVC isquêmico pode ocorrer nas seguintes situações;
- TROMBOSE ARTERIAL: É a formação de um coágulo de sangue (como se o sangue “endurecesse”) dentro de um vaso, geralmente sobre uma placa de gordura (aterosclerose), levando a uma obstrução total ou parcial. Os locais mais frequentes são as artérias carótidas e cerebrais. Assim, se houver obstrução total da carótida direita, por exemplo, “à parte da frente da metade direita do cérebro” estará comprometida, determinando problemas (paralisia, perda de sensibilidade, etc.) na metade esquerda do corpo.
- EMBOLIA CEREBRAL: Surge quando um coágulo (formado num coração doente por arritmia, problema de válvula, etc.) ou uma placa de gordura (ateroma), que se desprende ou se quebra geralmente das artérias carótidas, correm através de uma artéria até encontrar um ponto mais estreito, não conseguindo passar e obstruindo a passagem se sangue.
Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro. As hemorragias intracranianas são classificadas de acordo com a localização (extradural, subdural, subaracnóide, intraventricular, intracerebral), a natureza do vaso rompido (arterial, capilar, venoso) ou a causa (primária ou espontânea, secundária ou provocada). Os dois principais sub tipos de AVC hemorrágicos são as Hemorragias Intracerebrais e as Hemorragias Subaracnóides.
- HEMORRAGIAS INTRACEREBRAIS: O sangramento ocorre diretamente no parênquima cerebral. Uma idade mais avançada e uma história de AVC prévio são os principais fatores de riscos para ocasionar uma hemorragia intracerebral. O sangue arterial irrompe sobre pressão e destrói ou desloca o tecido cerebral. Quando o paciente sobrevive a uma hemorragia cerebral, o sangue e o tecido necrosado são removidos por fagócitos. O tecido cerebral destruído é parcialmente substituído por tecido conectivo, glia e vasos sanguíneos neoformados, deixando uma cavidade encolhida e cheia de líquido. Os locais mais afetados são o putâmen, caudado, ponte, cerebelo, tálamo ou substância branca profunda.
O quadro clínico é determinado pela localização e tamanho do hematoma. Ele se caracteriza por cefaleia, vômitos e evolução de sinais focais motores ou sensoriais de minutos a horas. A consciência por vezes se altera desde o início, sendo esta frequentemente uma característica proeminente nas primeiras 24 a 48 horas nos hematomas moderados e grandes. O diagnóstico e a localização são facilmente estabelecidos pela Tomografia Computadorizada, que mostra a elevada densidade do sangue agudo.
- HEMORRAGIAS SUBARACNÓIDE: Ocorre com menos frequência do que a hemorragia intracerebral. Na hemorragia subaracnóide, o sangue extravasa de um vaso arterial para o espaço subaracnóide. O sangue de uma artéria rompida é liberado com uma pressão quase equivalente à pressão arterial sistêmica, ao contrário da hemorragia intracerebral, onde a ruptura arteriolar ocorre mais gradualmente e com pressões menores. A súbita liberação de sangue sob pressão leva a um traumatismo celular direto, bem como rápido aumento da pressão intracraniana. Ela é causada mais comumente pelo vazamento de sangue a partir de um aneurisma cerebral.  Outras causas secundárias que podem ocasionar hemorragias subaracnóide incluem malformações arteriovenosas, distúrbios hemorrágicos ou anticoagulação, traumatismo, amiloidose e trombose do seio central. Os sinais e sintomas incluem início abrupto de uma forte cefaleia, vômitos, alterações da consciência e coma; essas alterações ocorrem frequentemente na ausência de sinais focais de localização. A hemorragia subaracnóide afeta pacientes mais jovens e mulheres mais frequentes que os homens. A mortalidade é elevada, podendo chegar até 70% nos quadros mais graves. Entre os que sobrevivem, novos sangramentos imediatamente subsequentes e déficits neurológicos isquêmico tardios por vasoespasmo podem ocasionar uma grave morbidade.  


Tratamento de AVC

O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais. Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.

Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.

A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de sequelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.
        Entretanto, ressalta-se alguns sintomas mais característicos do quadro clínico:
• Perda súbita de força em um dos lados do corpo;
• Perda da fala ou compreensão da fala;
• Perda da visão completa de um olho ou de metade do campo visual de ambos os olhos;
• Perda de consciência;
• Convulsões;
• Perda da coordenação;
• Alteração da marcha

Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado, entretanto com o avanço neurocientífico, sabe-se que o AVC pode causar danos depois de apenas 3 minutos.

Conforme Prado, 2011, existem fatores de risco que podem causar o AVC, alguns são modificáveis e outros não.
Fator de risco não-modificável: A idade. A cada década, após os 55 anos de idade, o risco de ter um AVC dobra. Estima-se que em 2050, só no Brasil, serão mais de 16 milhões de pessoas com mais de 80 anos. Dados do Hospital Albert Einstein indicam que após os 80 anos os casos de AVC são bem mais comuns em mulheres.
Fatores de risco modificáveis: Pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, etilismo, tabagismo (quem fuma tem 600% a mais de chance de ter um AVC) e sedentarismo.

Geralmente os AVCs ocasionam lesão em apenas um lado do cérebro, porém como os nervos do cérebro cruzam em direção ao outro lado do corpo, os sintomas ocorrem no lado oposto ao lado lesado do cérebro.


Prevenção
Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.
Cuidados pós AVC
Em trabalho realizado por Perlini e Faro (2005) falando sobre o cuidar do acidentado vascular cerebral, as autoras trazem apontamentos sobre as mais diversas situações que necessitam ser desempenhadas pelos familiares destes indivíduos, pois dependendo da intensidade do AVC, se faz necessário todo um trabalho em conjunto procurando melhoras significativas o mais breve possível, pois segundo elas,
A realização de atividades de reabilitação é uma forma do indivíduo enfrentar a doença crônica e de “assumir novos encargos”. Os exercícios fisioterápicos e/ou fonoaudiológicos são vistos pelo paciente e familiares como uma possibilidade, a curto prazo, de retorno “ao que era antes do AVC”. Porém, por ser o progresso muito lento, muitas vezes, as dificuldades e a dor durante a realização dos exercícios frustram essas expectativas. A consciência dessa situação gera sentimentos de desanimo que associado a outras dificuldades, como de transporte e recursos financeiros, com o passar do tempo levam a uma diminuição na adesão ao tratamento e paciente e família vão gradativamente “abandonando” os exercícios. Os cuidados relacionados à atividade física do sequelado de AVC exigem tratamento prolongado e contínuo, em torno de oito meses a um ano. (PERLINI E FARO, 2005, p. 161)

Também as autoras, através de suas pesquisas, apresentam uma tabela demonstrando quais os cuidados com os acidentados vasculares necessitam desde o hospital até o ambiente familiar:
Piassaroli(2012,p.135-136) contribui com significativas sugestões e orientações:
• Orientar o cuidador a avaliar a integridade da pele, dos cabelos, das unhas e a higiene bucal  do paciente, principalmente quando o mesmo  encontrar-se no leito;
• Para maior segurança e independência do paciente no banho, recomenda-se o uso de barras de apoio na parede, o uso de tapetes antiderrapantes e a utilização de uma cadeira no boxe;
• Orientar quanto ao posicionamento na cama  e na postura sentada;
• O posicionamento adequado do paciente precisa ser considerado em relação ao ambiente, de modo a incentivá-lo a olhar para o lado  comprometido, proporcionar-lhe todos os estímulos visuais, auditivos e sensitivos;
• Orientar os cuidadores a estimular o paciente  a utilizar o lado afetado, como por exemplo,  ao dialogar com o paciente posicionar-se ao  lado do membro comprometido;
• O uso de chinelo deve ser evitado, pois dificulta o andar do paciente. Utilizar sapatos com solado antiderrapante, fácil de colocar e retirar  sozinho;
• As camas não devem ser muito baixas, pois dificultam os movimentos de sentar e de levantar;
• Usar fitas adesivas antiderrapantes em pisos escorregadios;
• Instalar corrimãos para oferecer mais segurança ao paciente;
• Estimular sempre o familiar a realizar atividades com o paciente, de modo que ele não fique acomodado ou dependente. Isso evita que o mesmo perca a força muscular, agilidade, interesse e ânimo, essenciais à manutenção da  independência funcional e na prevenção de  quedas;
• Evitar exercícios que estimulem o padrão flexor, como por exemplo, não realizar exercícios de apertar bolinhas com a mão comprometida,  pois esses exercícios fortalecem a musculatura  flexora que é padrão no paciente com AVC;
• Não excluir o paciente afásico da conversação ou responder por ele; manter orações curtas e  simples, sem muita informação; proporcionar  tempo para o paciente responder e trocar de  assunto; organizar as perguntas de forma que  elas possam ser respondidas com sim, não, ou alguma outra forma de resposta;
• A dança terapia é um método que fornece estímulos, despertando áreas adormecidas, possibilitando autoconhecimento físico, fazendo  com que os pacientes criem consciência de  ultrapassar seus próprios limites, auxiliando no desenvolvimento do cognitivo, memória,  bem-estar geral, coordenação muscular. Essa  terapia traz grandes benefícios, como diminuição da rigidez muscular, auto-expressão, interação do paciente consigo mesmo e com  os outros, inclusão social e melhorar a qualidade de vida;
• Incentivar o treino em ações bimanuais;
• Manter ambientes bem iluminados, para evitar acidentes domésticos;
• Cuidados com o ombro comprometido durante manipulações, visto que é frequente a dor e a subluxação devido a anatomia da articulação  glenoumeral, que predispõe ao quadro;
• Proporcionar ao paciente ambientes ricos em  estímulos visuais, auditivos e sensitivos;
• Auxílio a deambulação(locomoção, caminhada), quando necessário,  com auxílio de andador, bengala, órtese ou  muleta, de acordo com o quadro do paciente.
Referências Bibliográficas:  

PERLINI, Nara. FARO, Ana Cristina. Cuidar de pessoa incapacitada por acidente vascular cerebral no domicílio: o fazer do cuidador familiar. Revista Esc Enfermagem USP, 2005. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/reeusp/v39n2/05.pdf Acesso em 03/10/2012

PIASSAROLI, Cláudia. Et al. Modelos de Reabilitação Fisioterápica em Pacientes Adultos com Sequelas de AVC Isquêmico. Revista de neurociências, 2012. Disponível em http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoes/2012/RN2001/revisao%2020%2001/634%20revisao.pdf Acesso em 03/10/2012

PRADO, Wilame. AVC é a doença que mais mata no Brasil. Disponível em http://www.odiario.com/blogs/wilameprado/2011/08/30/avc-e-a-doenca-que-mais-mata-no-brasil/ Acesso em 03/10/2012

RODRIGUES, Ubirajara. Avanços Estratégicos: Rede de atenção ao AVC terá reforço de R$ 437 milhões. Disponível em http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/2963/162/rede-de-atencao-ao-avc-tera-reforco-de-r$-437-mi.html Acesso em 03/10/2012

Tipos de AVC. Disponível em http://avcacidentevascular.webnode.pt/acidente-vascular-cerebral/tipos-de-avc/ Acesso em 03/10/2012

SISSAUDE. Rápido atendimento ao paciente com AVC pode diminuir risco de sequelas. Disponível em http://www.sissaude.com.br/sis/inicial.php?case=2&idnot=15306  Acesso em 03/10/2012

Nunca julgue ninguém...


Imagem: Just Channelings

         Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado... era uma cirurgia de urgência. Ele respondeu ao chamado o mais rápido possível, trocou de roupa e foi direto para centro cirúrgico.
     Encontrou o pai do menino indo e vindo, na sala de espera. Depois de vê-lo, o pai gritou:
    "Por que você levou todo esse tempo para vir? Você não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem senso de responsabilidade?"
     O médico sorriu e disse:
    "Lamento, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a ligação... E agora, eu gostaria que você se acalmasse para que eu possa fazer meu trabalho."
    "Acalmasse? Se fosse seu filho que estivesse nesta sala agora, iria se acalmar? Se o seu próprio filho morresse agora o que você iria fazer?" - disse o pai com raiva.
    O médico sorriu novamente e respondeu: "Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia Sagrada" Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus". Os médicos não podem prolongar a vida. Vá e interceda por seu filho, vamos fazer o nosso melhor pela graça de Deus"
    "Dar conselhos é fácil", murmurou o pai.
   A cirurgia levou algumas horas e depois o médico saiu feliz: - "Graças a Deus! Seu filho está salvo!"
   E sem esperar a resposta do pai, o médico saiu correndo. "Se você tem alguma dúvida, pergunte a enfermeira! - disse o médico."
   "Por que ele é tão arrogante? Ele não podia esperar alguns minutos para que eu pudesse perguntar sobre o estado do meu filho" - comentou o pai ao ver os enfermeiros, minutos depois que o médico saiu.
   A enfermeira respondeu, com lágrimas descendo pelo seu rosto: "O filho dele morreu ontem num acidente de avião, ele estava no enterro, quando o hospital o chamou para a cirurgia de seu filho. E agora que ele salvou a vida de seu filho, ele saiu correndo para terminar o enterro do filho dele."
Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe como é a vida daquela pessoa, o que está acontecendo, ou pelo que está passando.