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sábado, 15 de março de 2014

COMO TORNAR O CÉREBRO MAIS CRIATIVO?




Matéria interessante publicada pela Revista Galileu há algum tempo!

Dizem que a gente sabe pouco sobre o cérebro. Pode ser verdade, mas cada vez mais estudos na área de ciências sociais e psicológicas ensinam coisas que podem ser aplicadas no dia a dia e podem melhorar o desempenho do cérebro nas tarefas cotidianas. Algumas fazem parte do senso comum, outras vão justamente contra ele. Dá uma olhada:

CANSADO, VOCÊ É MAIS CRIATIVO
Às 2h da manhã, depois de um longo dia de trabalho, você deita a cabeça no travesseiro e fecha os olhos. Daí, naqueles 10 a 15 minutos em que seu cérebro está desligando, você tem ideias incríveis: um texto que gostaria de escrever, um desenho, um projeto novo. A maioria das pessoas acaba sucumbindo ao sono, não anota nenhuma das ideias que teve e, no dia seguinte, esquece tudo. Você já deve ter passado por isso, né?

Quando você está cansado, seu cérebro funciona assim, meia boca. E isso é ótimo pra sua criatividade, porque ele se torna incapaz de filtrar distrações e se focar muito em uma coisa só. E isso, pro trabalho criativo, é excelente, já que to deixa mais aberto a novas ideias, inspirações e conexões improváveis.

O artigo da Scientific American fala um pouco sobre isso: "menos focados, a gente tende a considerar uma gama mais extensa de informação [quando está criando]", diz o artigo.

SONECAS FTW!

Quem não ama uma soneca? Claro que é preciso saber tirar o melhor delas (sob o perigo de acordar mais cansado do que quando foi deitar), e para isso, vale seguir esse infográfico aqui. Mas o importante é saber que sonecas melhoram a memória de acordo com esse estudo e te ajudam a solidificar as coisas que você aprendeu (ou seja: jamais dispense uma sonequinha depois daquela tarde de estudos!).

MEDITAÇÃO E NEURÔNIOS
Você já tentou meditar? Não acontece de um dia para o outro, verdade. Ninguém consegue esvaziar a cabeça tão rápido assim. É preciso treino, e nada de cobranças: seja generoso com a sua cabeça apinhada de estímulos e informação. Mas uma vez que você consegue, a coisa se torna viciante.

O motivo é simples. Há uma porção de estudos comprovando que meditação afeta o cérebro pra melhor. Meditando, você melhora sua capacidade de concentração, diminui a ansiedade, fica mais criativo, mais generoso, menos estressado e - pasme! - até aumenta a quantidade de matéria cinza no seu cérebro, o que se traduz em mais emoções positivas, estabilidade emocional e concentração.

VOCÊ É SENHOR DO (SEU) TEMPO

Todos nós, frequentemente, nos incomodamos com as impressões que temos da passagem do tempo, ora rápido demais, ora se arrastando. Cientistas descobriram que é perfeitamente possível manipular o cérebro para entender determinados períodos de tempo como tendo passado mais rapidamente ou devagar: se você quiser uma impressão de que "esse mês voou", basta não fazer nada de novo. O inverso também funciona.

O cérebro demora um tempo até processar novas informações, porque essa percepção de tempo é controlada por várias áreas diferentes. Quanto mais coisas novas você fizer, mais tempo deve demorar até que seu cérebro organize isso, dando a impressão que o tempo passou mais devagar.

PERMITA-SE TER MUITAS IDEIAS RUINS: SÓ ASSIM VIRÃO AS BOAS

Sabe quando você não se permite criar por insegurança de que suas ideias sejam ruins? Deixe isso de lado. Você só poderá ter boas ideias se deixar as ideias más fluírem pelo seu cérebro. Um cientista da Universidade de Pittsburgh descobriu que é tudo uma questão de proporção. "Você pode maximizar a chance de ter ideias excepcionais não necessariamente aumentando a qualidade média das ideias, mas aumentando a variedade da qualidade das ideias. Iniciativas criativas bem sucedidas e sustentáveis têm mais a ver com um grande fluxo de ideias, e não com uma capacidade de uma média mais alta de boas ideias o tempo todo", eles detectaram.

Ou seja: deixa a vergonha de lado na hora de criar. Você precisa das coisas ruins para que as boas apareçam na sua cabeça.

Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Life-Hacks/noticia/2013/12/como-tornar-o-cerebro-mais-criativo.html









QUEM NUNCA SENTIU UMA DOR NA VIDA.


Indicamos o site http://www.claudiocorrea.com.br/dor.php do Dr. Claudio Corrêa como referência. O texto abaixo foi extraído dele.

A dor tem sido objeto de estudos científicos no mundo todo, tornando-se um constante desafio para médicos e profissionais que lidam com o problema. Cada vez mais eventos ligados a esta área da medicina têm servido de base para a troca de conhecimentos e informações, buscando avaliar o sofrimento humano e melhorar a qualidade de vida de inúmeros doentes.

Embora seja sinônimo de sofrimento, a dor é importante ao representar um alerta de que algo no organismo não está bem e comprometer a integridade física ou funcional do indivíduo.

Ela pode ser classificada em dois tipos, sendo dor aguda – causada por um traumatismo, um procedimento cirúrgico ou uma inflamação, que cessa num período curto (ex. apendicite, infarto do miocárdio, cólica renal), e dor crônica – de duração contínua e que exige cuidados constantes, pois debilita com o passar do tempo. Em geral, ela não deriva de uma só causa, mas sim de vários fatores que interagem e favorecem o seu desenvolvimento.

Cada pessoa sente dor de um jeito e tem determinada tolerância a ela. Por isso é difícil quantificar a dor, que em sua percepção insere características culturais, ambientais, de sexo, idade, entre outras.

Alguns fatores, como problemas psicológicos, podem aumentar sua intensidade, tanto que 20% dos pacientes que procuram tratamento médico não apresentam nenhuma doença e suas dores são psicossomáticas, ligadas à ansiedade, à tensão ou ao excesso de trabalho. Mas, também existe o lado inverso: 90% dos pacientes portadores de dores crônicas acabam desenvolvendo algum problema psíquico.

A terapia da dor chegou ao Brasil há mais de 25 anos. O conceito de ser a parceira inseparável da doença deixou de ser aceito e hoje há controle para os seus mais diversos tipos, desde a enxaqueca, que atinge 1/5 da população mundial, até as problemáticas dores crônicas que podem ser originárias de doenças mais sérias, como o câncer.

A medicina a cada dia está ganhando novos aliados com as terapias alternativas que podem ajudar no tratamento, como a acupuntura, a fisioterapia, a fisiatria, entre outras.

Hoje, o método predominante de tratamento da dor no Brasil e no mundo ainda é o unilateral, que cuida do indivíduo em suas especificidades e torna o tratamento, em sua grande maioria, ineficaz e muito caro. Isso porque o paciente retorna ao médico várias vezes, e em alguns casos, até sofre cirurgias desnecessárias.

Estima-se que no Brasil cerca de 30% dos pacientes portadores de dores crônicas não realizam o seu tratamento de forma completa e eficaz, especialmente no que tange a ingestão de medicamentos. Esse comportamento é o principal fator para a piora do quadro doloroso e o comprometimento da qualidade de vida.

O compromisso com o tratamento multidisciplinar, em que vários especialistas e terapias são aplicadas ao mesmo tempo ou em seqüência, é o meio mais eficiente para garantir a regularidade das funções sociais indivíduo.

Medindo a intensidade da dor:
Com a evolução dos tratamentos para a dor ao redor do mundo, alguns hospitais já utilizam uma escala para identificar o nível da dela no individuo, antes e depois de aplicar a terapia, e assim checar a sua evolução. Esta escala (imagem) pode variar um pouco de região para região, mas sua lógica é sempre a mesma.

Por meio de uma fita ou faixa de papel contendo vários tons de uma mesma cor, partindo de uma seqüência da mais clara para a mais escura, o paciente aponta qual a cor que representa o seu nível de dor. Essa mesma escala pode ser utilizada com números, que vão de zero a dez, ou mesmo por meio de ilustração de carinhas (do sorriso à careta). Esta última alternativa muito utilizada com crianças.
















MULHERES, DIVULGUEM CONTRA O AVC!










Médicos americanos divulgam, pela primeira vez, orientações para a prevenção de AVC em mulheres. Elas são as mais atingidas pelo problema.

A Associação Americana para Acidente Vascular Cerebral (AVC) deu um passo histórico na última semana. Pela primeira vez, a entidade veio a público para divulgar regras de prevenção à enfermidade destinadas às mulheres. A iniciativa foi adotada para alertar médicos e a sociedade sobre a necessidade de se dispensar mais atenção ao problema entre a população feminina.

A percepção é a de que, à semelhança do que ocorre com as doenças cardíacas, há entre as pessoas – especialistas ou não – o senso equivocado de que mulheres têm menos AVC do que homens. "Porém, há uma diferença de cerca de 55 mil mulheres a mais do que o total de homens atingidos a cada ano", disse à ISTOÉ a médica Louise McCullough, da Universidade de Connecticut (EUA), e uma das responsáveis pelas recomendações.



a ORIGEM DO SISTEMA NERVOSO


O desenvolvimento do sistema nervoso fetal começa aproximadamente ao final da terceira e início da quarta semana de gestação (22 a 23 dias). Neste período, uma região embrionária denominada placa neural se diferencia em tubo neural (fenômeno conhecido como neurulação) e na crista neural. O primeiro dará origem ao sistema nervoso central (encéfalo e medula), já a segunda dará origem às principais células formadoras dos sistemas nervosos autônomo e periférico. Em torno de um mês de vida, surgem as principais regiões do encéfalo: prosencéfalo, metencéfalo e rombencéfalo. À medida que vai crescendo, a parte da frente se expande, caracterizando o grande volume das regiões frontais observado na idade adulta. 

​​A formação dos nervos cranianos
Os nervos cranianos se formam durante a 5ª e 6ª semanas do desenvolvimento. Com exceção do nervo olfatório e do nervo óptico, todos os outros nervos cranianos se originam do tronco encefálico. O corpo celular dos neurônios motores estão localizados nos núcleos cranianos no tronco encefálico, enquanto o corpo celular dos neurônios sensoriais estão localizados em gânglios sensoriais fora do encéfalo. Em relação aos nervos espinhais, as fibras nervosas começam a sair da medula espinhal no fim da 4ª semana.







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OS TIPOS MAIS COMUNS DE NEUROSE....

De modo geral, e didaticamente, as neuroses costumam ser classificadas através de seus sintomas mais proeminentes. Isso não significa que todas elas não possam ter uma série de sintomas comuns (todas têm ansiedade, por exemplo).

Um dos tipos mais comuns de Neurose, hoje em dia, é aquele cujo sintoma proeminente é a ansiedade (e depressão). O Transtorno Fóbico-Ansioso, por exemplo, é uma neurose que se caracteriza, exatamente, pela prevalência da Fobia entre outros sintomas de ansiedade, ou seja, um medo anormal, desproporcional e persistente diante de um objeto ou situação específica. Mas isso não quer dizer que no Transtorno Fóbico-Ansioso não tenha também depressão, ataques de pânico, ansiedade generalizada...

O Transtorno Ansioso é outro tipo de Neurose. Os padrões individuais de ansiedade variam amplamente. Algumas pessoas com ansiedade neurótica podem ter sintomas cardiovasculares, tais como palpitações, sudorese ou opressão no peito, outros manifestam sintomas gastrointestinais como náuseas, vômito, diarréia ou vazio no estômago, outros ainda apresentam mal-estar respiratório ou predomínio de tensão muscular exagerada, do tipo espasmo, torcicolo e lombalgia.

Enfim, os sintomas físicos da ansiedade variam de pessoa para pessoa. Psicologicamente a ansiedade pode monopolizar as atividades psíquicas e comprometer, desde a atenção e memória, até a interpretação fiel da realidade. 

Os Transtornos Histriônicos (Histéricos), por sua vez, são neuroses onde o sintoma principal é a teatralidade, sugestionabilidade, necessidade de atenção constante e manipulação emocional das pessoas ao seu redor. O neurótico histérico pode desmaiar, ficar paralítico, sem fala, trêmulo, e desempenhar todo tipo de papel de doente. Há grande variedade nesse tipo de neurose. 

Os Transtornos do Espectro Obsessivo-Compulsivo reúnem neuroses cujo sintoma principal é a incapacidade de controlar impulsos, manias e rituais, assim como determinados pensamentos desagradáveis e absurdos.



Fonte: Psiqweb

VOCÊ É NEURÓTICO(A)?






Respondeu sim à pelo menos uma das perguntas abaixo?

1. Você tem muito, mas muito medo mesmo, excessivo, de ficar doente?
2. Você é tão ansioso que chega a ter diarreia, falta de ar, palpitações ou outros sintomas físicos com frequência?
3. Você costuma desmaiar, ficar mudo ou paralisar quando está sob muito stress?
4. Você tem manias que não consegue deixar de lado, mesmo em ambientes impróprios?
5. Pessoas reclamam o tempo todo por você não prestar atenção nelas, pois fica "viajando" em compromissos futuros?
6. Você custa a dormir por preocupação em relação ao dia seguinte, semana seguinte, mês até mesmo próximo ano? 
7. Você ri incontrolavelmente com frequência?
8. Você chora incontrolavelmente com frequência?

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A Neurose é uma Doença Mental? 
Não. A Neurose não é sinônimo de loucura, assim como também, não compromete a inteligência, nem o contato com a realidade. Os sentimentos dos neuróticos também são normais; eles amam, sentem alegria, tristeza, raiva, etc., como qualquer pessoa. O que pode estar alterado na Neurose é a quantidade desses sentimentos.

Assim, as principais diferenças entre uma pessoa neurótica e outra normal são em relação à capacidade de adaptação às situações vividas e em relação à quantidade de emoções e sentimentos. Os neuróticos ficam mais ansiosos, mais angustiados, mais deprimidos, mais sugestionáveis, mais teatrais, mais impressionados, mais preocupados, com mais medo, enfim, eles têm as mesmas emoções que qualquer pessoa, porém, em quantidade que compromete a adaptação.

(Texto extraído do site Psiqweb)

O cérebro durante a gestação