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domingo, 17 de novembro de 2013








Em 1962, durante a construção de um dos maiores arranha-céus de Nova York, um grupo de trabalhadores tirou uma foto bastante representativa, de como era a vida dos operários, que tinham de 14 a 16 horas do seu dia voltadas para a construção de um símbolo do progresso norte-americano. Naquele mesmo dia, um dos trabalhadores (o que se encontrava deitado na foto) sofreu uma queda durante o trabalho e faleceu aos 35 anos de idade. Esse fato marcou a legislação trabalhista nos Estados Unidos e influenciou outras em diversos países. 
Esta é uma reportagem fictícia para ilustrar como somos bombardeados diariamente por informações inconscientes e que, por vezes, deixam escapar alguns absurdos que apenas as mentes mais atentas conseguem perceber. Você nota algo absurdo nesta reportagem, no texto ou na imagem?


















Olhe para a imagem. Tente dizer as cores, não as palavras. Difícil, não? Tal dificuldade se explica em função de um conflito ao qual o cérebro é submetido ao lidar com dois grupos de estímulos diferentes, e que são interpretados por áreas cerebrais distintas, sendo que uma delas é dominante. Este teste é uma variante do efeitoStroop: enquanto o lado direito do cérebro tenta dizer a cor, o lado esquerdo insiste em ler a palavra. Portanto, uma boa comunicação depende também de uma resolução prévia de alguns "conflitos biológicos" no interior do próprio cérebro.

Um dos órgãos sensitivos do organismo é a pele. Inúmeros receptores para o tato, dor, temperatura e pressão estão espalhados de forma a detectar uma grande variedade de estímulos. O contato responde por muitas formas de interação. O indivíduo privado de outros sentidos entende a extensão disso.




Em qual posição você se encontra quando emite uma opinião sobre algo? O referencialpode fazer toda a diferença. O que você vê depende muito de como você vê.





A realidade pode ser tão complexa em determinadas situações que as observações realizadas em relação a determinado objeto, partindo de ângulos diferentes, podem ser muito contraditórias. Portanto, diante disso, torna-se crucial que haja respeito no ato comunicacional; existem muitos pontos de vista e, dependendo do referencial, todos estão corretos.
















A primeira vez que sentimos algo (ver, ouvir, tocar, cheirar, saborear), costumamos ficar um pouco desnorteados. Como pode um sistema aparentemente tão desenvolvido não conseguir discernir a novidade, o inusitado? Costumo dizer que o cérebro vive no passado enquanto os sentidos vivem para o presente. Aquele só percebe os acontecimentos ou os objetos que de alguma forma já lhe deixaram uma marca por meio das memórias. Só  assim  ele os  reconhece.
Já os sentidos, juntos, tentam ser generalistas, não preconceituosos, abertos. O objetivo deles é detectar o mínimo sinal de ameaça, o mínimo sinal de familiaridade, o menor sinal que seja passível de uma interpretação. Algo jamais visto ou experimentado não pode ser objeto de compreensão. É preciso que o cérebro comece por uma intersecção de entendimento. Antes, é necessário que ele reconheça, no sentido exato da palavra. O exemplo da foto é bastante ilustrativo: temos uma figura aparentemente sem sentido. No entanto, tudo começa com a percepção das manchas pretas e brancas. O seu cérebro já reconhece o conceito de cor, mancha, desenho, profundidade. Em um segundo momento, dizemos a você que a figura representa um cachorro. Especificamente, um dálmata. O seu cérebro pode demorar um pouco para assimilar o que está acontecendo. Mas, uma vez que ele tenha percebido a imagem do cachorro, jamais olhará para a figura de outra maneira. A memória já criou os seus atalhos. Moral da história: algo totalmente novo não se dá repentinamente. A informação vai "comendo pelas beiradas", encontra contextos de intersecção, vínculos. Todas as revoluções partem de alguma compreensão do passado, e a inovação parte da assimilação e do cruzamento de ideias. Nós duvidamos de descobertas espetaculares porque acreditamos que a mente, de alguma forma, já "esperava" por elas.

DE QUE FORMA O HUMOR E A PERSONALIDADE AFETAM O REGIME?




A pesquisadora
Angelina R. Sutin analisou os dados de 1988 pessoas em um período de 50 anos e descobriu que personalidade e humor influenciam muito na escolha dos alimentos que serão consumidos. O artigo, intitulado "Personality and Obesity Across the Adult Life Span" (Personalidade e Obesidade na vida adulta) foi publicada no jornal American Psychological Association. Confira quais são os tipos de personalidade e no que elas influenciam no seu peso:

IMPULSIVOS
- Esses são os mais descontrolados na alimentação. O estudo mostrou que pessoas impulsivas pesavam, em média, 11 quilos a mais do que os disciplinados. Isso acontecer porque elas raramente pensam nas consequências que uma alimentação não saudável trará para a sua saúde. Além disso, é preciso muito esforço para conseguir seguir uma dieta de emagrecimento à risca.

C
OMBATIVOS - Pessoas que estão sempre irritadas e que raramente dão o braço a torcer também vivem em guerra com a balança. Isso ocorre porque o estresse libera uma grande quantidade do hormônio cortisol no organismo, que está diretamente ligado ao acúmulo de gordura. Além disso, pessoas com essa personalidade acabam consumindo alimentos ricos em açúcar e gordura, que liberam endorfina.

DEPRESSIVOS
- Um dos sintomas da doença psicológica é alterações no apetite, que pode levar a pessoa a comer mais ou menos, dependendo do período. Essa característica também faz com que depressivos passem pelo "efeito sanfona", quando o indivíduo emagrece e engorda repetidas vezes.

I
NSEGUROS - Pessoas inseguras têm carência e baixa tolerância à frustrações, o que pode levar ao exagero alimentar.

DISCIPLINADOS
- Pessoas disciplinadas tendem a comprar alimentos saudáveis e pouco calóricos, além de planejar as refeições e comer na hora certa. São as que melhor mantêm o peso ao longo dos anos. Segundo o estudo, essas pessoas tinham, em média, 4,5 quilos a menos do que os demais.

Fonte: http://www.webrun.com.br/h/noticias/estudo-revela-que-personalidade-e-humor-afetam-na-balanca/15171
Foto: DE QUE FORMA O HUMOR E A PERSONALIDADE AFETAM O REGIME?
A pesquisadora Angelina R. Sutin analisou os dados de 1988 pessoas em um período de 50 anos e descobriu que personalidade e humor influenciam muito na escolha dos alimentos que serão consumidos. O artigo, intitulado "Personality and Obesity Across the Adult Life Span" (Personalidade e Obesidade na vida adulta) foi publicada no jornal American Psychological Association. Confira quais são os tipos de personalidade e no que elas influenciam no seu peso:

IMPULSIVOS - Esses são os mais descontrolados na alimentação. O estudo mostrou que pessoas impulsivas pesavam, em média, 11 quilos a mais do que os disciplinados. Isso acontecer porque elas raramente pensam nas consequências que uma alimentação não saudável trará para a sua saúde. Além disso, é preciso muito esforço para conseguir seguir uma dieta de emagrecimento à risca.

COMBATIVOS - Pessoas que estão sempre irritadas e que raramente dão o braço a torcer também vivem em guerra com a balança. Isso ocorre porque o estresse libera uma grande quantidade do hormônio cortisol no organismo, que está diretamente ligado ao acúmulo de gordura. Além disso, pessoas com essa personalidade acabam consumindo alimentos ricos em açúcar e gordura, que liberam endorfina.

DEPRESSIVOS - Um dos sintomas da doença psicológica é alterações no apetite, que pode levar a pessoa a comer mais ou menos, dependendo do período. Essa característica também faz com que depressivos passem pelo "efeito sanfona", quando o indivíduo emagrece e engorda repetidas vezes.

INSEGUROS - Pessoas inseguras têm carência e baixa tolerância à frustrações, o que pode levar ao exagero alimentar.

DISCIPLINADOS - Pessoas disciplinadas tendem a comprar alimentos saudáveis e pouco calóricos, além de planejar as refeições e comer na hora certa. São as que melhor mantêm o peso ao longo dos anos. Segundo o estudo, essas pessoas tinham, em média, 4,5 quilos a menos do que os demais.

Fonte: http://www.webrun.com.br/h/noticias/estudo-revela-que-personalidade-e-humor-afetam-na-balanca/15171